| Moinho em Corte do Ouro, Ameixial, concelho de Loulé. Para trás deste moinho, não captado pela fotografia, declina a Serra do Caldeirão e estende-se a província do Alentejo. Aqui é a serra e só lá mais para baixo é que se chega ao Algarve.
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| Fonte Pé do Corço, Aldeia Nova, Corte do Ouro. O nome desta fonte coberta, cuja origem se terá certamente perdido, sugere que o local serviria de bebedouro a esses pequenos veados hoje desaparecidos destas serranias.
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| Anta do Beringel, Corte do Ouro. A anta encontra-se no cimo de uma pequena elevação mas a toda a volta os cumes estão a uma cota superior. O monumento está em destaque mas como que inserido num recinto natural onde é visível a partir de qualquer ponto.
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| Barragem perto de Vale das Hortas, Corte do Ouro. Próximo da água aninha-se um pequeno olival no fundo do vale. Os vestígios a intervenção humana estão por todo o lado, mas o ser humano é a presença menos frequente nestes locais praticamente desertificados.
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| Monte abandonado em Vale das Hortas, Corte do Ouro. A serra algarvia tem vindo a ser despovoada desde as lutas liberais no século XIX. Mais dos que os outrora difíceis acessos o que despovoa a serra uma vez mais é a insegurança do isolamento.
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| Azenha do Pizão, Corte do Ouro. A data indica "1830". Trata-se de um local de difícil acesso situado na parte mais estreita de um meandro de ribeira truncado. Nessa parte mais estreita, onde a ribeira quase se une, flui a água para a azenha devido à diferença de cota. Há pouco mais de duas décadas esta azenha ainda laborava.
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| Mó na Azenha do Pizão, Corte do Ouro. Testemunho silencioso de um tempo ido.
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 | Palheiro circular ainda em uso no presente. Estas construções de planta circular têm uma origem que se perde na noite dos tempos. Constituem um arcaísmo de influência celta que ainda se pode encontrar em vários locais da Serra do Caldeirão.
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1 comentários:
o nosso património e a nossa história ao abandono.
realmente o algarve dos poderosos é só sol e praia.até quando?
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