31 de Maio de 2011

Rede sem fios lenta, com quebras, a passo de caracol?



Uma forma simples de melhorar a velocidade da rede sem fios é optar por um canal que os nossos vizinhos não estejam a utilizar (ou pouco). Não resolve tudo mas garanto que resulta. A interferência RF diminui a performance. Eu tinha o meu router a operar no canal 11 com mais 5 ou 6. Depois de uma análise com o inSSIDer mudei para o canal 8 que estava "livre" e a melhoria foi notória de imediato.

http://www.metageek.net/products/inssider/

25 de Maio de 2011

O que não te mata torna-te mais forte!



É desta forma que vamos ter que encarar os próximos anos...

14 de Abril de 2011

De Sagres a Santiago de Compostela em 28 dias

http://parasdoinfante.blogspot.com/2011/04/caminho-de-santiago-de-compostela.html

Desejo ao meu colega Nuno Simões e ao seu acompanhante o maior sucesso para a aventura que irão iniciar já no sábado, dia 16 de Abril.

12 de Abril de 2011

Vale Fuzeiros e barragens do Arade e do Funcho (concelho de Silves)

Um dos menires do Cerro da Vilarinha, Vale Fuzeiros, Silves. Este monumento terá sido erguido no Neolítico Antigo (VI a V milénios a. C.).










Outro dos menires do Cerro da Vilarinha no qual se nota ainda a rica decoração formada de linhas curvas.

A Lavandula stoechas, vulgarmente conhecida por rosmaninho, é uma planta típica da região mediterrânica.

Necrópole da Forneca, Vale Fuzeiros, Silves. Num afloramento de arenito vermelho (grés de Silves) estão talhadas várias sepulturas nas quais é visível o rebordo para as tampas hoje desaparecidas. Duas delas foram posteriormente unidas formando uma bacia rectangular. Existem ainda no local várias concavidades circulares e de pouca profundidade. Uma placa no local refere que estes monumentos são comummente atribuídos à alta Idade Média, séculos VI a VIII e aos povos oriundos da Europa Central.


Parede rochosa de um dos braços da albufeira da Barragem do Arade. A regularidade e inclinação das placas de xisto assemelha-se às paredes regularizadas de uma canal construído pelo homem.

Vista da albufeira da Barragem do Arade.


O Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico (CNRLI) em Silves.


Um monte abandonado numa península que entra pela albufeira da Barragem do Funcho dentro. Um local de grande beleza e potencial turístico.









Nota: para ver uma imagem maior clique nas imagens ao lado.

9 de Abril de 2011

cups-pdf - Alternativa para escolher o directório de saída

KISS (significa Keep It Simple, Stupid) pode ser quase uma filosofia de vida. Muitas vezes somos levados a acreditar que as soluções tendem sempre a ser complexas a fim de servirmos interesses que não são os nossos: pagar por elas, por exemplo. Mas tantas outras vezes não é assim. E o facto da resolução estar nas nossas mãos é o melhor sinónimo de liberdade. Neste caso: liberdade = Linux.
Andei às voltas com o "cups-pdf" que não me deixa escolher o directório de saída. O facto dos pdf's irem parar à pasta 'PDF' no meu directório pessoal não tem mal nenhum, mas eu queria os documentos mais à mão no 'Ambiente de Trabalho'. Todas as "soluções" que encontrei não resultaram pelo que tive de procurar uma solução alternativa. A solução passa por dois scripts:
#!/bin/bash
mv /home/USER/PDF/* /home/USER/'Desktop'
/home/USER/Scripts/minimize-all
Os directórios deverão ser alterados conforme a configuração do sistema. Em vez de 'Desktop', se o sistema estiver em português, será de certo 'Área de Trabalho'. O segundo script, que chamei 'minimize-all', e que é chamado pela última linha do primeiro, encontrei-o aqui: http://arstechnica.com/civis/viewtopic.php?f=16&t=484229http://arstechnica.com/civis/viewtopic.php?f=16&t=484229  (obrigado 'hictio'!). Para executar o script principal criei um lançador no painel.
O funcionamento é simples. O comando da segunda linha do primeiro script remove os ficheiros do directório 'PDF' e coloca-os no 'Ambiente de Trabalho' (Desktop). Depois, o segundo script é executado e minimiza todas as janelas abertas mostrando o 'Ambiente de Trabalho'. É necessário ter instalado o 'wmctrl'. cups-pdf output directory workaround

26 de Março de 2011

Caminhada nas Terras da Ordem (Odeleite)


A Mata Nacional das Terras da Ordem situa-se no concelho de Castro Marim, próximo de Odeleite. As Terras da Ordem eram bens da Comenda e Alcaidaria-Mor da Ordem de Cristo que, em 1834, após a extinção das ordens religiosas passaram para o domínio do Estado. Situados no extremo oriente da Serra do Caldeirão estes terrenos possuem 1366 ha. A casa do guarda (ao lado) é um bom exemplo de arquitectura do Estado Novo e, presentemente, está fechada e ao abandono.


Próximo da casa do guarda existe uma torre de vigilância que é usada na prevenção e detecção de fogos florestais.

A ribeira da Foupana alguns quilómetros antes de confluir com a ribeira de Odeleite. Em algumas zonas os vales são profundos e em certas margens baixas e planas ainda existem pequenos olivais.

Um momento de descanso debaixo de sombras generosas proporcionado pela pausa para o almoço.
A chegar à aldeia de Tenência.

Uma pequena represa. As chuvas recentes encheram o lago com água lamacenta à superfície da qual espreitam cágados com as cabeças esticadas.
Odeleite ao entardecer com a grande albufeira da barragem por de trás. A aldeia estende-se encosta abaixo até às margens da ribeira. As ruas são íngremes e sinuosas e em volta da igreja matriz há pequenas hortas e laranjais.